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Ainda há flores no Campo...

Ainda há flores no campo
Vem colhe-las!
Contarás mil estrelas...´
Dos teus pés
E tu,por não teres tempo.
Não o vês

Quando tiveres cansado
Do caminho
Sem saberes
A que cheira a rosmaninho
O tomilho
E até o alecrim
Respira a tua vida
Antes do fim,
À chuva,
Ao vento,
Ao sol da tantas cores
Semeado num campo
Só de flores

Maria de Lourdes Vasconcelos Dias



 Escrito por Nanda às 19h36
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Separei algumas fotos de escolas na Zona Rural...

Nota-se que o curriculo de algumas já está de acordo que com o ambiente

(o principal foco de meus estudos será o curriculo X ambiente)...

Clicando em cima das fotos abrirá um link !!!

 



 Escrito por Nanda às 20h43
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    Educação do Campo 
Respeito à especificidade do campo e à diversidade de seus sujeitos essa é uma das lutas dos movimentos sociais organizados no País. Para as organizações que atuam nesta área cada grupo apresenta formas específicas de produção de saberes, conhecimentos, ciência, tecnologias, valores, culturas... A educação desses diferentes grupos tem especificidades que devem ser respeitadas e incorporadas nas políticas públicas e no projeto político-pedagógico da Educação do Campo, como por exemplo, a pedagogia da alternância.

 

http://www.cidadania.org.br/conteudo.asp?conteudo_id=5220&secao_id=96



 Escrito por Nanda às 20h24
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Educação rural e o desenraizamento do educador

Educação rural e o desenraizamento do educador

http://www.espacoacademico.com.br/049/49cmartins.htm

Classificação:

Por JOSÉ DE SOUZA MARTINS Professor titular aposentado do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e fellow de Trinity Hall e professor titular da Cátedra Simon Bolívar da Universidade de Cambridge (1993-1994). Foi aluno de Octavio Ianni na USP (1961-1964) e seu colega na antiga Cadeira de Sociologia I, de Florestan Fernandes. Dentre outros livros, autor de Florestan - Sociologia e consciência social no Brasil, Edusp - Editora da Universidade de São Paulo/Fapesp, São Paulo, 1998 Segue uma série de perguntas e respostas sobre a Educação na Zona Rural...Deixo em especial para que possa ser dada uma atenção diferenciada sobre a seguinte questão no texto: P - O ensino na zona rural deve ser diferente da cidade?



Categoria: Link
 Escrito por Nanda às 20h15
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Esclarecimentos

Eu estava em dúvida sobre o que falar em minha monografia...Gostaria de falar sobre algo da Educação Rural, mas deveria delimitar o assunto.

Foi quando comecei a analisar qual seria minha dúvida ou questão sobre a Educação na região Rural, e me surgiu a seguinte: Quais as perspectivas dos educandos da região rural para o futuro?

Não entedeu? Eu tento explicar...

Seria mais ou menos isso, minha dúvida era de como seria a educação das crianças nessa região, se é respeitado o ambiente em que estão, se as crianças estão recebendo uma educação voltada para a região e intenção de permanência nesse lugar ou estão sendo lançados objetivos de crescer e ir para "a cidade grande", por isso a idéia de estudar as perspectivas (ou mesmo as expectativas) das crianças que moram na região.

Ou seja, o intuito dessa monografia é de esclarecer principalmente minhas dúvidas e também elaborar pesquisas escritas e de campo, para uma maior interação com o assunto.

Eu sinceramente espero ter escolhido um bom tema...rsrsrsssss

Beijos a todos!!!



 Escrito por Nanda às 22h05
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Página da internet

"Texto extraído da Internet"

Autor: Maria do Carmo Cordeiro

 http://www.divinopolis.uemg.br/revista/revista-eletronica3/artigo10-3.htm

(..) Deve ser esclarecido para os educandos que a cultura rural nasce também do sofrimento e das precárias condições de vida do homem do campo. O remendo nas roupas era uma forma de economizar a compra de outros, a comida típica era tudo o que eles colhiam, como o milho, o arroz, o feijão, o amendoim... seria interessante ressaltar com as crianças que no meio rural vive-se em comunidade onde um ajuda o outro, e que isso faz parte de sua cultura. As danças, a comida, os trajes típicos fazem parte da vida dele. O que é bem diferente do homem da cidade que vive em sociedade, onde cada um é por si, há presença de valores no meio rural e ausência desses mesmos valores no meio urbano. As crianças rurais são obrigadas a incorporarem a cultura urbana em seu meio, enquanto as crianças urbanas desconhecem o modo de vida do meio rural, a não ser de uma forma vulgarizada em festas, danças, piadinhas. “A escola rural é assim, é uma escola que estando lá, está fora dali”. (KNIJNIK, 1996:142) Há uma grande diferença no modo de vida das duas populações mas, mesmo as pessoas que estão atentas a essa diferença, pouco questionam sobre os conteúdos aplicados em sala de aula, como se o conhecimento dos alunos não tivesse nenhum valor social. “Tomemos como exemplo uma das disciplinas escolares que num olhar mais apressado parece ser a mais imune às diferenças culturais. Falo da matemática (...) somos convidados a pensar do jeito diferente de ensinar seus conteúdos, em métodos que levam os alunos e as alunas a aprender mais matemática. A pergunta a ser feita é: Que matemática? Seremos tão ingênuos para pensar que o que chamamos de matemática é um conjunto de saberes que foi desinteressadamente definido como a matemática? E que está definitivamente constituído, acabado, portanto é um conhecimento morto ao qual nos cabe somente repassar da melhor maneira possível? Seria portanto, a Educação Matemática somente uma questão de escolha do melhor método?”. (KNIJNIK, 1996:143) A matemática é apenas uma parte dos parâmetros seguidos pela escola, ela é “eurocêntrica, branca, masculina e urbana”, mas, há outras disciplinas que ignoram a cultura rural, abafando vozes, sufocando sonhos. A cultura é um sistema, um todo, um conjunto de elementos ligados estreitamente uns aos outros, que pode sofrer modificações no contato com outros povos. “Cada geração passa por um processo de aprendizagem no qual assimila a cultura de seu tempo e se torna apta a enriquecer o patrimônio cultural das gerações futuras. É nesta capacidade que temos de perpetuar a cultura que reside a possibilidade de progresso. Todo progresso é resultado de uma síntese de elementos novos com elementos já adquiridos. Uma cultura não pode sofrer uma quebra de continuidade entre uma e outra geração. Por mais viva e inventiva que seja uma cultura, as gerações não rompem inteiramente com seu passado”. (OLIVEIRA, 1995:93-94) A educação escolar das crianças do meio rural fica fragmentada, quando lhe são implantados os valores e costumes urbanos, porque a realidade deles é outra. Eles podem se sair muito bem na escola, mas, na vida eles vão se comportar de outra maneira, muito do que eles aprendem na escola não tem um valor utilitário para a vida deles, está fora do seu contexto. Se a educação rural deixar de ficar “silenciada no currículo” e os educadores se empenharem no desenvolvimento e exploração da cultura rural, o aprendizado das crianças, a convivência social com certeza terão muito mais êxito e as crianças terão mais prazer nas salas de aula, pois, estarão falando sua própria língua e aperfeiçoando seus conhecimentos, mantendo viva a sua história, seu modo de vida, sem abrir mão da qualidade do ensino. O que não se deve fazer é repetir a história da colonização do Brasil, onde ocorreram intensos contatos do homem branco com o índio, com os africanos trazidos como escravos e a mistura dos costumes resultou numa aculturação, tendo como conseqüência a perda de várias características de ambas as culturas, não restando nenhuma das raças com sua cultura intacta. A educação cultural de um povo implica várias dimensões, não comportando um padrão único, restrito. “A cultura é uma hereditariedade social que o homem recebe e transmite. Tudo que é puramente privado não faz parte da cultura”. (Mondim, 1980:173) Cada povo tem sua própria cultura, não existe sociedade, comunidade desprovida de cultura. “A combinação dos traços culturais em torno de uma atividade básica forma um complexo cultural”. (CORDEIRO, 2002:06)

 

Parte do Texto "CULTURA, SOCIEDADE, EDUCAÇÃO E MEIO RURAL" Sobre a autora: Aluna do 2º período do CURSO NORMAL SUPERIOR, Instituto Superior de Educação de Cláudio – ISEC/FUNEDI/UEMG



Categoria: Citação
 Escrito por Nanda às 21h51
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Dedico esse BLOG a uma família querida, amada por mim...

Antonio Carlos, Tatiane e Arthur

Meu cunhado, irmã e sobrinho: família abençoada por Deus.


 PARABÉNS!!! Você está no meu BLOG!!!
MUITA PAZ, SAÚDE E TUDO QUE VC MERECE!!!

 

Beijos a todos...

 



 Escrito por Nanda às 22h45
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